terça-feira, 24 de agosto de 2010

Barry Schwartz e o paradoxo da escolha


Recebi esse vídeo do meu amigo e colega de trabalho Iuri Andreazza e vi nas palavras de Barry Schwartz algumas verdades muito importantes para quem se preocupa em projetar experiências perfeitas.

Barry é um psicólogo que estuda as conexões entre a ecônomia e a psicologia. A discução trata da liberdade de escolhas. Segundo Barry, uma grande gama de escolhas pode não significar liberdade mas uma prisão de angústias sobre que decisões tomar e a frustração que ocorre quando é feita a escolha errada.



Já que estou dando cobertura para as 52 semanas de UX achei que esse assunto viria bem a calhar para complementar o estudo.

Levando a teoria de Barry para o design de interfaces, percebemos que menos pode significar mais na hora de projetar uma experiência. Um exemplo disso é o iphone (sim, ele denovo) que veio ao mercado de telefonia móvel como um aparelho diferenciado mas com diversas limitações técnicas.

Equanto alguns celulares concorrentes já ofereciam cameras melhores e diversos outros quisitos técnicos que davam muito mais "liberdade de escolhas" para seus usuários o iphone ia alavancando suas vendas por oferecer algo que nenhum outro conseguia enxerguar em cima de tantas exigencias técnicas e novos features pedidos por usuários que de fato não tem certeza do que realmente querem. O iphone vende pela simplicidade, pela experiencia perfeita que proporciona porque a teimosia de steve não permite falhas de uso que poderiam ocorrer se as opçoes fossem mais vastas.




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